Pimpão e a sua incansável superação!

Pimpão comemora um de seus gols contra o Central-PE - Foto: Globoesporte.com

Pimpão comemora um de seus gols contra o Central-PE - Foto: Globoesporte.com

Como já escrevemos aqui diversas vezes, Rodrigo Pimpão está longe de ser uma grande revelação. Novo como é (21 anos), está longe de ser um menino que enche os olhos de todos e que os mais apressadinhos já poderiam até dizer: “este é o novo Edmundo, Romário ou Roberto”, como já ouvimos muito pelos corredores de SJ.

Sorato, Valdir, Gian, Yan, Jardel,  e muitos outros já tiveram este status atribuído e, verdade seja dita, não chegaram nem perto de algo parecido com o que fizeram os medalhões citados. Inclusive e sendo mais atual nas comparações, melhor ter um Rodrigo Pimpão corredor à um Alex Teixeira dormindo em campo.

Alex Teixeira, este sim, teve um status e uma pressão coloca sobre os ombros desde que se cogitou a possibilidade de sua ida para o elenco principal. Que ele é bom jogador, que tem categoria, que é diferenciado, isto é fato. Daí a realmente ser e mostrar isso em campo, há uma distância muito mas muito grande mesmo.

O que estamos querendo mostrar é que um jogador que veio como uma incógnita está conseguindo sobressair e ser mais útil do que outro que apareceu como grande revelação. Quiçá a solução para a linha de frente do time da Colina.

Pimpão merece carinho e reconhecimento pela luta, garra e paixão com que vai à campo. Não está se encostando nem sendo passivo por estar jogando de titular em um time de grande porte do fiutebol brasileiro. Humildemente, ele sabe que precisa lutar e jogar muito pra poder ser lembrado daqui a alguns anos.

É esse o espírito que precisamos para esse ano. É esse o espírito que precisamos perpetuar em nosso time de coração. Que os que entrem pra jogar deem sempre o melhor pela camisa com a “cruz de malta no peito do almirante”!

A “maldição” cruzmaltina… ou o péssimo nível do time de 2008?

Leiam essa excelente matéria do Jorge Lourenço (Jornal do Sports). Vale!

Apesar de não citar ainda alguns que estão mais na pinimba ainda…. como Jorge Luis, Luis Eduardo e tantos outros….

E ainda tinha gente achando que esse time era bom….

A ‘maldição’ cruzmaltina

Jogadores que saíram do Vasco após o rebaixamento estão em baixa nos seus clubes

Jorge Lourenço Rio de Janeiro

- O rebaixamento do Vasco para a Série B, no final do Brasileirão do ano passado, causou uma verdadeira debandada no clube. O que alguns desses jogadores que deixaram a Colina não sabiam é que o mau momento deles continuaria nos seus novos times. E a maldição cruzmaltina não poupou quase ninguém. Do goleiro ao atacante, é difícil achar alguém que esteja se dando bem.

Três desses que andam em baixa estão no Fluminense. O mais hostilizado de todos, o atacante Leandro Amaral, não fez sequer um gol até agora com a camisa tricolor. Depois de ser considerado um dos melhores jogadores ofensivos do futebol brasileiro em seus tempos de São Januário, ele corre o risco de ir parar no banco de reservas em função do péssimo momento que atravessa.

O goleiro Rafael, que também deixou o Vasco de maneira atribulada, sequer vem ficando no banco de reservas de René Simões. Do trio que foi para as Laranjeiras, o que está melhor é o meio-campista Leandro Bomfim. Apesar de um começo relativamente bom no Fluminense, ele acabou perdendo a vaga para Thiago Neves e tem esquentado o banco de reservas.

O lateral-direito Wágner Diniz é outro que vive um momento muito ruim. Muito elogiado quando defendia o Gigante da Colina, ele não tem mostrado o mesmo futebol no São Paulo e até agora não se firmou no time. Morais atravessa uma fase parecida. Depois de cair nas graças da torcida do Corinthians durante a Série B, ele não voltou bem esse ano e o técnico da equipe, Mano Menezes, chegou a dizer que o jogador estava “brigando com a bola”.

Ao contrário dos ex-companheiros, Madson vem mostrando muito serviço no Santos. Em grande fase, o meio-campista é titular absoluto do clube paulista e uma das principais armas ofensivas da equipe. Ele, inclusive, herdou a camisa 10 de Pelé.

Curiosamento, Madson também foi um dos jogadores que ficou em alta com a torcida vascaína após o rebaixamento, já que foi um dos poucos destaques do Vasco no ano passado. Aclamado pelo seu espírito guerreiro, ele deixou a Colina, mas não escondeu ser vascaíno ao ser apresentado na Vila Belmiro.

Apesar de estar sem clube, o atacante e ídolo do Vasco Edmundo tem boas razões para comemorar, ao contrário da maioria dos seus ex-companheiros. Curtindo suas “férias” prolongadas enquanto não se decide sobre atuar no futebol dos Estados Unidos, o Animal viu sua escola de samba, o Salgueiro, levar o título do carnaval Carioca após um jejum de 16 anos sem conquistas.

Fonte: Jornal dos Sports

Time dos sonhos

Time dos sonhos publicado pela Revista Placar:

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O sentimento em comum! e que não pode parar!

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Ao ver estas imagens, o vascaíno se pergunta: o que elas têm em comum?! Simples. Eu explico. É o sentimento, o orgulho ferido de uma paixão.

Na 5ª feira passada, noite de 06/11/2008, o Internacional bateu o Boca Juniors em pleno estádio La Bombonera e se classificou para a semi-final da Copa Sulamericana. Mas quem assistiu ao bom jogo percebeu o sentimento dos torcedores argentinos. A Hinchada boquense não parou de apoiar o time um só minuto e mesmo após encerrado o jogo, muitos permaneceram no estádio cantando músicas e aplaudindo seus jogadores-guerreiros. Quando o Inter estava em vantagem percebia-se claramente a indignação, o orgulho maculado pelo fato, não da eliminação em si, que se anunciava, mas porque o Boca Juniors estava por perder uma invencibilidade de 29 partidas internacionais sem derrota em seu lendário estádio. Os Xeneizes (como são conhecidos os torcedores (hinchas) do Boca não suportam minimamente a idéia de perder ou empatar com estrangeiros em La Bombonera, nem tampouco os jogadores, mesmo que uma magra vitória não seja suficiente!!! O fato é que em La Bombonera o Boca não pode se imaginar fracassando diante de sua torcida, para times estrangeiros, principalmente. Os jogadores do Boca se mostravam consternados, como na foto acima em que D´Alessandro, do Inter, ex-ídolo do River Plate, dialoga com um inconsolável e irritado volante argentino, quando o resultado já eliminava o Boca da competição (1×2, para o Inter).

Na outra foto vemos o Edmundo chorando após perde pênalti capital na semi-final da Copa do Brasil 2008, ante o Sport Recife, o que nos custou a eliminação deste torneio que classifica o campeão para a Libertadores do ano seguinte, título que ainda não conquistamos, aliás.

O fato em comum e que deve servir de exemplo e motivação aos jogadores vascaínos é que nós torcedores, pelo carinho que temos por São Januário, pelo fato de ser nosso Caldeirão (já virou até cântico de arquibancada), como foi construído em 1927, não nos imaginamos sendo derrotados em nosso campo, na Colina Histórica, colina dos discursos de Getúlio Vargas, que lá proclamou as Leis do Trabalho, das atuações da Seleção Brasileira antes da construção do Maracanã, das belíssimas apresentações do Expresso da Vitória, campeão brasileiro de 97 e 2000, do Vasco de 98, campeão da Libertadores no ano do seu centenário, e da Mercosul de 2000, confirmando o rótulo de “Time da Virada”, na noite inesquecível de 20/12/2000.

A Torcida do Vasco não admite, não se permite e não suporta ver seu time perder em São Januário, mesmo que a derrota não tenha peso, não custe uma eliminação. Mesmo que a vitória não seja suficiente para classificar o Vasco, por exemplo, mas é fato que em São Januário, o Vasco, (assim como o Boca) na visão de seus torcedores, tem que vencer! É muita História, é muito orgulho e paixão por uma camisa que tem muito peso e foi vestida por Barbosa, Danilo, Chico, Augusto, Friaça, Andrada, Orlando, Sabará, Mazinho, Acácio, Roberto Dinamite, Juninho Pernambucano, Pedrinho, Felipe, Edmundo, Germano, Helton, entre outros!

O que a torcida vascaína espera é que todo aquele que coloca a camisa vascaína tenha em mente o que  isto significa, e que não admita perder em São Januário, e sinta profundamente quando isto, por acaso venha a ocorrer, onde o Vasco é quem manda e deve ser temido, sempre! Edmundo sabe disto e por isto chora e sente vergonha quando o Vasco perde, como todos sentimos no fundo do coração quando perdemos em nosso campo, principalmente da forma como perdemos para o Figueirense e o Náutico neste Brasileirão de 2008.

Seja como for, seja o jogador uma “cria” de São Januário, como o Pedrinho, o Mateus, o Alex Teixeira e o Madson, seja um “contratado”, conhecer a História do Vasco e de São Januário, respeitá-la e defendê-la é condição indispensável! Orgulho e satisfação em defender o Vasco, vestir a camisa do Vasco, pisar no gramado de São Januário, e sentir-se, como nos sentimos quando o resultado é uma derrota em nosso Estádio, é entender o que é ser Vascaíno e que o sentimento não pode parar, NUNCA!

Vasco, time da virada, time pioneiro, rompedor de barreiras e preconceitos, time secular de uma História singular!

Marcus Simonini
Sócio Proprietário do C.R. Vasco da Gama – Série Bronze

http://incondicionalmentevasco.wordpress.com/

Um ídolo que não foge da responsabilidade!

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É impressionante como o Edmundo, mesmo após fracassos passados, não deixa de assumir a responsabilidade. De chamar pra si toda e qualquer decisão que seja preciso dentro de campo.

No jogo contra o Goiás há algumas semanas atrás (onde o Vasco estava em situação delicadíssima no campeonato), após estarmos vencendo por 2×0 e o jogo voltar a igualdade (2×2 por insistentes erros do LE Valmir), o juiz marca um pênalti a nosso favor. Eis que o coração de todos na torcida vascaína bate milhões de vezes mais forte ao ver Edmundo pegando a bola para a cobrança. Como todo líder (condição que lhe é atribuída no time da Colina), ele chama a responsabilidade toda pra ele, bate e converte o pênalti. Dando seqüência e alívio para uma vitória importantíssima.

Sábado, jogo igualmente importante pro Vasco no Brasileiro, temos a mesma situação: jogo empatado, pênalti “pra gente”. Novamente, sem omissão, Edmundo pega a bola , bate e converte. Nos brindando com mais uma vitória importíssima nessa luta contra o descenso.

Resumindo, Edmundo é forte, autêntico e líder! Sem medo de novos tropeços ele se mostra mais do que nunca maduro e resistente!

VASCO!!! VASCO!!!

Nas mãos do Homem…

É… agora está nas mãos do Homem, como muito bem disse um grande vascaíno amigo meu… Apesar d’eu acreditar que esse sofrimento vai perdurar até a última rodada.

Estão todos na mesma barca. Ipatinga, Vasco, Atlético-Pr, Náutico, Figueirense, Fluminense e Portuguesa. O resto é o resto. 

Pelo menos até a próxima rodada esses são os que lutarão pela permanência na série A.

Como na próxima rodada temos Vasco x Fluminense e Figueirense x Fluminense (jogo adiado), pode ser que o Fluminense escape e deixe o Figueira na briga pelo descenso. O que eu particularmente acredito que realmente vá acontecer.

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Algumas perguntihas sem respostas (porém especuladas pelo Incondicionalmente Vasco!):

- Por que o Renato não barra o Jegue Luis?!

   Esse papinho de dar moral aos que estão jogando, nesse caso, é balela. A única explicação plausível (e também utópica) é que os outros zagueiros, sejam alcóolatras e, por isso, não estejam em condições de jogo. É… nunca se sabe o que acontece no dia-a-dia de um clube e muito menos na relação entre os jogadores. Que possivelmente e, no mínimo, é sempre de competição e trairagem.

- O que faz o Odvan dar uma entrada daquelas e deixar o Leandro Amaral fora de 04 jogos decisivos?

   Seria Odvan um jogador do Eurico, contratado pra quebrar o LA?! Ou seria uma sabotagem do elenco que, revoltado com as duras críticas do LA ao próprio elenco, tenha implorado ao Odvan pra quebrar o artilheiro?! Afinal, todos jogam, mas somente o LA sai como herói. Uma vez que é ele quem faz os gols!

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São especulações… porém é sempre bom lembrar que nós, torcedores sabemos apenas de 10% dos acontecimentos internos do elenco. O que acontece no dia-a-dia dos jogadores (quem vai pra noitada, quem bebe, quem fuma, quem treina de migué…) é papo das internas. Isso não chega à imprensa e muito menos à torcida. Por isso essas perguntas permanecerão sempre sem resposta.

Vamos lá Vascão!!! Incondicionalmente acreditando!!!

Velho Ed!!!

E não é que o velho ED arrebentou/acabou com o jogo ontem!!!

Mesmo com o Valmir querendo destruir todo o bom trabalho…

Até o Fernando jogou bem ontem! Aliás jogou muito bem!!!

Grande ED!!! Conforme já escrevemos aqui diversas vezes, precisamos muito dele e do LA ‘pra acabar o campeonato em uma posição “menos vergonhosa” que a atual.

E conforme já dissemos também: podem ficar tranqüilinhos, o Vasco não vai cair!!! Claro que não vai!!!

We are all witnesses – II

Mais dois da série! Mais dois craques que vestiram a camisa do Vasco!!!

Ed, a cana e o macaco

Em 1999, na festa de aniversário de 01 ano do seu filho, Edmundo dá um goró pro macaco!!!

Claro que tem algo errado!

Claro que há algo errado! Dois jogos seguidos, dois artilheiros no gol…. 


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