Vasco, uni-vos!!!

Como todos sabem, tivemos a reunião do conselho deliberativo ontem na Sede Náutica da Lagoa. Como é de conhecimento público também, compareceram alguns membros da oposição.

Alguns perderam os cargos (caso do assessor jurídico Luiz Américo) outros ganharam (a entrada do Nelson Almeida deve ser confirmada como vice jurídico), as eleições foram discutidas (novo pleito em 2009 ou 2011), o time foi colocado em pauta, a campanha, o técnico e tudo o mais no que diz respeito à instituição Vasco da Gama…. ao final gritos de “Casaca, Casaca”!

Pois que assim seja, sempre! Afinal o que pedimos é a união de todos! É a união para um Vasco novamente vencedor. Calçada & Eurico têm os seus defeitos, como todos, porém uma coisa não se pode negar: fizeram do Vasco um time muito muito Vencedor! Não estou pedindo a volta de nenhum deles, mas como vascaínos que são, devem sim estar perto e caminhando junto com a nova diretoria. De nada adianta ter uma desunião de vascaínos influentes neste momento. O que mais precisamos é de união e de soma de forças.

Mandarino e Eurico conversam ao final da reunião. Foto:  Blog Jogo Extra

Foto: Blog Jogo Extra - Mandarino e Eurico conversam ao final da reunião.

O que estamos pedido é exatamete o que pediu José Carlos Osório, presidente do conselho deliberativo ao final da reunião de ontem:

O Vasco hoje está dividido. Eu estou sendo realista. Está dividido, mas nós estamos trabalhando para tentar fazer uma união. Hoje, no momento, ele existe em duas facções, exatamente contrárias. Mas o que nós precisamos, e o que eu acabei de dizer no final da reunião, citando até o Obama, é o seguinte: são todos que estavam aqui vascaínos, de um lado ou de outro. Todos têm que trabalhar pelo futuro do Vasco, o bem do Vasco, como pediu o presidente americano na Câmara dos Deputados, quando terminou a sua oração de posse.”

E como reforçou o presidente Roberto Dinamite:

A minha posição com relação às pessoas que estiveram aqui antes é de estar sempre aberto ao diálogo. Mas as pessoas precisam querer isso. Queremos diminuir a área de atrito. Essa é a nova filosofia do clube desde que assumimos o Vasco.”

Dinamite, Geovani e Calçada em SJ. É de união que precisamos! Foto: Marcio Iannacca/Globo Esporte

Foto: Marcio Iannacca - Dinamite, Geovani e Calçada em SJ. É de união que precisamos!

Além das sábias palavras de quem comandou o Clube por 18 anos, Antônio Soares Calçada:

A gente só tem que pensar em ajudar o Roberto. Ajudando o Roberto, a gente está ajudando o Vasco. Tem que acabar com isso e precisamos ajudar para tirar o Vasco da Segunda Divisão. Todos os vascaínos devem ajudar”

e

Não sou nem situação, nem oposição, eu sou Vasco. Só quero o Vasco acima de tudo.

e mais

Nunca me afastei e nunca vou me afastar. Só quando eu morrer. Se todos os vascaínos pensarem como eu, o Vasco vai sair dessa situação muito mais rápido do que muita gente pensa. Eu que estou oferecendo apoio, ajuda… Temos que nos unir e eu vim dar força “.


Enfim, VASCO, UNI-VOS!!! Esse é certamente o sentimento de todo o vascaíno mundo afora! Seja de qual corrente ele for. O que interessa nesse momento é a união de todo e qualquer vascaíno interessado em ajudar. AVANTE VASCO!

Carta do Eurico Miranda sobre o atual momento do Vasco

Os problemas do Vasco só podem ser resolvidos pelos vascaínos

Vascaínos,

Dediquei anos de minha vida a trabalhar pelo resgate de um Vasco que tinha se perdido no final dos anos 50. Junto com muitos companheiros, alguns que já se foram, procurei oferecer aos vascaínos a partir dos anos 70 a construção de uma unidade interna que recolocasse o nosso clube em seu devido lugar. Sempre repetia: o Vasco é locomotiva e não vagão.

Foi assim que ajudei a construir a União Vascaína que, entre 80 e 82, com Alberto Pires Ribeiro na Presidência, começou a redefinir o nosso papel no futebol brasileiro. A partir de 86, quando assumi a Vice-Presidência de Futebol, com Antonio Soares Calçada na Presidência, aceleramos o caminho de liderar o esporte. Nada poderia ser feito sem que o Vasco fosse ouvido. Foi assim que conquistamos campeonatos locais, nacionais e internacionais e em diversos esportes, em especial o futebol. E mais: foi assim que ampliamos o patrimônio e transformamos São Januário num complexo esportivo moderno e exemplar.

Todos conhecem a campanha desencadeada a partir de 2001 para destruir esse trabalho. E, mesmo ficando quase dois anos sem receber cota de televisão e num processo de asfixia financeira, mantivemos a estrutura e nunca deixamos o nosso lugar na elite do futebol brasileiro. Fomos retomando a situação e, mesmo com dificuldades, há alguns anos mantínhamos os salários em dia, de jogadores e funcionários.

Agora, o nosso clube está às vésperas do mais difícil ciclo de seus 110 anos de história. Ainda haveria tempo para reverter a situação, mas faltam vontade e competência aos atuais mandatários. Durante anos alimentaram setores da imprensa com campanhas contra tudo o que o Vasco fizesse. Articularam um golpe político em meio a disputa do Campeonato Brasileiro.

E o que se esperava de um grupo que queria tanto chegar ao Poder e que prometia fila de investidores no dia seguinte em que eu deixasse a Presidência? Que assumisse as responsabilidades que procurou durante anos. E que tivesse um compromisso com o Vasco, que entendesse a sua alma e o espírito de seus sócios, torcedores e funcionários…

O que se vê nos últimos três meses é um festival de trapalhadas, incompetência generalizada, perseguição a funcionários, desestruturação do Departamento de Futebol e um desprezo pelos vascaínos que se dedicaram ao clube nas últimas décadas.

E quando ficou evidente a falta de preparo e os erros na condução de nossos destinos, qual foi a estratégia? Tentar jogar a culpa pelo desastre de um eventual rebaixamento na antiga administração. Deixamos os salários em dia e um negócio fechado de 10 milhões de reais. E mais: dívidas negociadas que vinham sendo pagas e possibilidade de continuar a trabalhar com recebíveis, já que tínhamos acabado de renovar por mais 3 anos o contrato de televisão. Mas quem da atual direção se dispõe a dar aval a qualquer operação do Vasco?

O vascaíno sabe que as medidas tomadas desestruturaram todo o trabalho feito e vale lembrar apenas algumas ações de responsabilidade exclusiva dos atuais mandatários:

- Tirar os clássicos de São Januário fazendo coro com nossos adversários e setores da imprensa;

- Nomear um Vice-Presidente de Futebol que não tinha nenhuma competência para o cargo;

- Abandono da concentração do Vasco em São Januário, deslocando os jogadores para um hotel em Copacabana;

- Perder o poder político do Vasco ao se aliar ao Flamengo e ser amplamente derrotado no Clube dos Treze;

- Demitir profissionais do Departamento de Futebol, desde o Gerente aos responsáveis pela logística, passando pelos médicos, preparadores físicos e fisioterapeutas. Alguns profissionais tinham mais de 15 anos de experiência no Vasco;

- Perder o comando do clube permitindo 3 invasões por torcedores. Ao mesmo tempo em que os atuais dirigentes criticavam publicamente a equipe, permitiram a saída de atletas como Morais, Pablo e Jean;

- Contratar um treinador que indicou diversos jogadores que não tinham base para estar no Vasco num momento de crise;

- Ampliar a política de perseguição a funcionários demitindo profissionais com 30/40 anos de Vasco. Além disso, não pagam a indenização, o que amplia o clima de terror no clube;

- Com um elenco com mais da metade dos jogadores formados em São Januário demitiram agora todos os treinadores das divisões de base;

- Ignorar os apelos por pacificação feitos na reunião do Conselho de Beneméritos do Vasco. Em resposta, o atual Presidente classificou o encontro de “reunião de conselheiros da ex-diretoria“, desrespeitando o Poder Moderador do Clube e local onde estão sócios que dedicaram grande parte de suas vidas ao Vasco. E mais: deixaram claro que vão acelerar o processo de perseguição e não querem nenhuma aproximação que una o clube neste momento difícil.

Assim, além de manter o apelo para que os torcedores não abandonem o Vasco, pedimos que sócios e conselheiros estejam unidos para evitar que nesta situação os atuais mandatários apresentem propostas que atentem contra os nossos 110 anos de histórias. E que rezem para que tenham consciência, pelo menos uma vez, de que os problemas do Vasco só podem ser resolvidos pelos vascaínos.

Saudações Vascaínas,
Eurico Miranda

Fonte: Casaca

Há os que acreditem na união para a recuperação!

Há os que acreditem que somente com a união desses dois poderemos sair da crise.

E você concorda?! A união faz a força?! Ou querem o Euricão longe de São Juju?! Robero segura a pressão sozinho!? Diz ae…

 

Nada  como uma dessas fotinhos sensacionais pra ilustrar o blog.

P.s.: Agradecimentos ao Rony Regal pela foto!

Carta do Presidente Eurico Miranda aos Vascaínos

Carta do Presidente Eurico Miranda aos Vascaínos


Aos Vascaínos,

Talvez tenha sido pouco. Na verdade, ao cruzar, como Presidente do Vasco, o portão de São Januário pela última vez, é esta a sensação. O que fiz foi pouco. Muito pouco. Considero assim porque nestes mais de 40 anos de serviços prestados ao clube, fiz de cada dia uma obsessão. Obsessão em tornar o Vasco maior, respeitado, intocável. Isso me guiou. Isso me motivou a acordar todos os dias. Quase sem perceber, por esta obsessão entreguei a minha vida. Agora, quando os dias derradeiros dessa trajetória vão passando com rapidez, noto que vivi em função desta paixão sem nenhum pudor em me doar. Sem limites. E o mais incrível: não consigo identificar um foco, sequer, de arrependimento. Faria tudo de novo, mesmo conhecendo os efeitos desta entrega. Mesmo sabendo que esta entrega me custaria, novamente, a destruição de minha imagem pública. O Vasco vale à pena, em qualquer circunstância.

Devo esclarecer que o processo que está determinando a minha saída começou há muito tempo. Talvez no primeiro dia do meu primeiro mandato como Presidente. Por esta instituição, em defesa deste clube, fiz inimigos muito antes de me tornar Presidente. Convivi, de janeiro de 2001 a junho de 2008, com todo tipo de ações orquestradas na intenção de inviabilizar o Vasco e minha administração. Valeram-se delas uma parcela da mídia e os inimigos internos, artífices de um cerco que atingiu o coração desta casa com 110 anos de existência.

Os últimos capítulos deste cerco todos devem ter acompanhado. Pressionados, cometemos o erro ansiosamente aguardado pelos inimigos, ao não recolher custas de 30 reais em um processo relativo às eleições de 2006. Foi decretada a revelia, nossa defesa foi desconsiderada e, dali por diante, o que se viu foi uma verdadeira avalanche, desencadeada do topo da montanha do poder deste estado. Resta-me a mágoa de ter constatado que, embora o alvo fosse eu, o Vasco foi pisoteado, massacrado, desrespeitado. Seu Estatuto rasgado. Feriram o meu sentimento vascaíno, não por este desrespeito ter decretado o meu afastamento, mas ao ignorar a História centenária do nosso clube.

Não é feitio meu fazer-me de vítima. Há os que sobrevivem disso, elegem-se para cargos políticos sob a estratégia da vitimização. É evidente que não é o meu caso. Tenho plena consciência dos inimigos que fiz, muitos na mídia. Alguns, de fato, merecedores da minha inimizade. Outros, nem tanto. Batalhas que venci e batalhas que perdi. Sempre em nome do Vasco. Sempre em defesa do Vasco. Reconheço, contudo, que há dois lados na moeda: assim como os enfrentei, esperaria naturalmente os contra-ataques, desde que eles fossem feitos de forma honesta. Acontece que a desonestidade e a mentira passaram a estar presentes em todas as matérias a meu respeito. Insurgir-me contra isso passou a ser mais um dever.

Ontem mesmo, em um editorial que supera todos os limites do bom-senso e que toca o ridículo, a editoria de esportes do jornal O Globo, numa demonstração medíocre de revanchismo, expôs toda a satisfação pela consumação do golpe que me afastará do Vasco. As inverdades e a desonestidade pautaram o texto, como de costume.

Foram capazes de ressuscitar, por exemplo, acusações da CPI do Futebol, sepultadas, recentemente, pelo Superior Tribunal de Justiça. Foram capazes de afirmar que no episódio lamentável ocorrido em São Januário na final da Copa João Havelange, mandei feridos se retirarem do gramado para que o jogo recomeçasse, quando o áudio da gravação original comprova que eu disse exatamente o oposto: o jogo só recomeçaria após o atendimento de todos os feridos. Também foram capazes de levantar alguns fatos isolados que eles colocam como insucessos esportivos.

A isso, respondo com currículo: desde que assumi o comando do futebol do Vasco, ajudei a conquistar 3 dos nossos 4 títulos brasileiros; 7 títulos estaduais; uma Taça Libertadores da América; 1 Copa Mercosul; 1 Rio-São Paulo. Foram diversas Taças Guanabara e Taças Rio. E mais: fazendo justiça ao nosso passado, busquei, junto à Conmebol, o reconhecimento oficial da entidade ao nosso título Sul-americano de 1948, tido pelos historiadores como a “primeira Libertadores”. Isso sem contar a minha participação na formação de equipes campeoníssimas nos esportes amadores. Posso citar o futsal, o remo, esporte de nossas origens, e o basquete, no qual nos sagramos bicampeões brasileiros, bicampeões da Liga Sul-americana e vice-campeões mundiais, perdendo apenas para o time campeão da NBA, o Santo Antônio Spurs. Assim, a editoria de esportes de O Globo até pode suprimir de seus editoriais os meus notáveis feitos à frente do Vasco. Mas jamais os suprimirá da história. Jamais manchará a minha trajetória.

Ainda no trilho das realizações, orgulho-me do crescimento patrimonial que esta diretoria proporcionou ao Vasco, mesmo sendo alvo de constantes agressões e sabotagens. E confesso a emoção ao me lembrar de que abracei a idéia do projeto do Colégio Vasco da Gama, que já formou diversas turmas de primeiro e segundo graus, verdadeiro projeto de cidadania. Apesar de todas as dificuldades, inerentes a todos os clubes, mas incrementadas no caso do Vasco comandado por um “vilão”, mantive os sonhos. Os meus sonhos e os sonhos de centenas de jovens e crianças pelos quais fui responsável.

Também sonhei os sonhos da nossa torcida. Assim como tenho plena noção de que a acostumei com títulos em profusão, assumo a responsabilidade por, neste período em que ocupei a presidência, só termos conquistado o Estadual de 2003. Longe de ser um jejum desesperador, ao contrário do que vende a mídia. Mas, gostaria muito de ter rompido o cerco que impediu nossas conquistas habituais. Estivemos muito próximos de conseguir. Agradeço a participação dos torcedores. Estejam certos de que nosso clube, caso seja mantido no seu rumo, ainda chegará ao topo, assim como quase chegou em 1998 e 2000.

Um agradecimento especial ao nosso quadro social. Pelo menos por três vezes ele demonstrou maturidade e responsabilidade, dizendo não às pressões externas: nas eleições de 2003, nas eleições de 2006 e ao repelir com veemência a remarcação desta eleição para o último dia 21 de junho.

E, finalmente, a minha sincera gratidão àqueles que não me abandonaram. Dirigentes, colaboradores, funcionários. Amigos próximos ou distantes. Muito obrigado por terem me ajudado a atravessar momentos tão críticos e dolorosos.

Apesar de acreditar que muito mais poderia ter sido feito, deixo a presidência com a consciência daqueles que cumpriram o seu dever. Um bom elenco no futebol, o nono lugar no Brasileiro de 2008, com boas perspectivas de melhora. Diversas promessas surgindo na base. Salários em dia, estrutura intocável, estádio bem cuidado, parcerias encaminhadas, como no caso da Lusoarenas. Nossas dívidas mais críticas equacionadas. O título estadual de remo em nossas mãos. Enfim, um cenário excelente, quando se leva em conta os obstáculos que nos foram impostos.

Por fim, lembro que, pelo Vasco, enfrentei de Senadores da República a traficantes colombianos. Pelo Vasco, abri mão dos prazeres sociais mais simples, principalmente quando a tentativa de desmoralização imposta a mim atingiu o seu nível mais alto. Pelo Vasco, renunciei até à minha saúde. O Vasco sempre esteve acima de tudo. E, sendo assim, despeço-me dizendo que estarei atuante como Grande-Benemérito que sou. Pelo Vasco e para o Vasco a experiência e o conhecimento que acumulei ao longo destes anos estarão sempre disponíveis. Jamais me furtarei a ajudar, se um dia for convocado. Pelo Vasco, as mágoas e cicatrizes são colocadas à margem. O sentimento sempre prevaleceu e assim permanecerá. A minha contribuição a esta instituição sustentou-se assim: no sentimento. Sentimento que não pode parar.

 

Saudações Vascaínas,
Eurico Miranda

 

“Revolução dos cravos” em plena Lagoa!!!

 

Apenas pra exclarecer o porquê da comemoração de ontem ter sido regada a cravos!

Em 2008 Portugal comemorou 34 anos da chamada “Revolução dos Cravos”. No dia 25 de Abril de 1974 um golpe militar derrubou a ditadura que vigorava desde 1926, comandada, em sua maior parte, por Antônio Oliveira Salazar.

Eis que um soldado pôs um cravo (que lhe foi dado por uma florista que faria uma cerimônia em hotel próximo) em sua espingarda e foi prontamente imitado por todo o pelotão.

 

Bom… está explicada a relação Eurico – Salazar – Ditadura!!!

As 10 frases do ex-presidente falastrão

É um falastrão!!!!

 

“Foi um resultado normal. Anormal é quando o Flamengo vence o clássico” 

Sobre a goleada do Vasco por 5 a 1 sobre o rival, em 2001 

 

“Não sei se tenho maior prazer numa relação sexual ou se quando ganhamos do Flamengo”

Sobre as vitórias nos clássicos sobre o Fla

 

“Sempre digo lá em Brasília que não sou representante do povo. Sou representante do Vasco”

Na época em que era deputado federal

 

“Leão sem juba é miau”

Respondendo às críticas do técnico Emerson Leão

 

“Sempre interferi para que ele (Romário) fosse escalado, e sempre vou fazer isso quando os interesses do Vasco forem prejudicados”

Ironizando a desculpa dada por Romário para deixar o cargo de técnico

 

“Não existe essa história de quem não deve não teme. Todo mundo deve alguma coisa”

Na época em que está sendo investigado pela CPI

 

“Futebol é coisa para homem que mantém distância um do outro. Por isso sou contra homossexual e mulher no futebol”

Sobre as disputas de bola em uma partida de futebol

 

“Ele fica dentro do gabinete, com ar-condicionado, fazendo preces falsas para Jesus. Se estou falando do governador? É claro. O governador é falso e incompetente. O v… do governador acabou com o jogo. Ele manda no coronel, mas não no Vasco. É um frouxo!”

Na final da Copa João Havelange quando, por ordem do então governador Anthony Garotinho, o jogo entre Vasco e São Caetano foi paralisado por causa da queda do alambrado

 

“Edmundo tem chance zero de voltar ao Vasco. Ele nunca mais voltará ao Vasco. Depois do que fez, ele é quem tem de pagar ao Vasco”

Quando Edmundo deixou o Vasco em 2000. O Animal voltou em 2003 e, em 2008, é o principal jogador do time

 

“Já comprei o chope. E paguei. Tenho certeza de que vamos ser campeões porque nosso time é muito melhor do que o Flamengo. Raramente eu erro. Mas, se errar, as conseqüências virão para mim”

Antes da final do Campeonato Estadual, contra o Fla, em 2004

Títulos da era Eurico

Títulos de Eurico Miranda como vice-presidente e diretor de futebol

1986 

Taça Guanabara
Taça Cidade de Juiz de Fora (MG)
1987

Taça Guanabara 
Campeonato Carioca 
Taça Cidade de Juiz de Fora (MG) 
Copa de Ouro (Los Angeles/EUA) 
Copa TAP (Newark/ EUA) 
Torneio Ramón de Carranza (Cádiz/ESP)
1988 

Taça Rio 
Taça Brigadeiro Gerônimo Bastos 
Campeonato Carioca
Torneio Ramón de Carranza (Cádiz/ESP)

1989

Campeonato Brasileiro
Torneio de Metz (Metz/FRA) 
Torneio Ramón de Carranza (Cádiz/ESP)

1990

Taça Guanabara 
Campeonato Carioca Extra (RJ)

1991

Torneio da Amizade (Libreville/Gabão)
1992

Taça Guanabara 
Taça Rio
Campeonato Carioca 
Copa Rio de Janeiro

1993  

Taça Rio
Campeonato Carioca 
Copa Rio de Janeiro 
Torneio João Havelange (RJ/SP) 
Troféu Cidade de Barcelona (Barcelona/ESP) 
Troféu Cidade de Zaragoza (Zaragoza/ESP)

1994

Taça Guanabara 
Campeonato Carioca 
1995

Torneio Palma de Mallorca (Mallorca/ESP)
1997  

Campeonato Brasileiro 
Troféu Bortolotti (Bérgamo/ITA)
1998  

Taça Guanabara 
Taça Rio
Campeonato Carioca 
Taça Libertadores

1999

Torneio Rio-São Paulo 
Taça Rio

2000

Taça Guanabara 
Mercosul
Campeonato Brasileiro

Títulos de Eurico como presidente do Vasco

2001  

Taça Rio
2003  

Taça Guanabara 
Taça Rio
Campeonato Carioca
2004  

Taça Rio

Fonte: GloboEsporte.com

15 a 20

Oposição calcula vencer com 15 a 20 votos de diferença

 Quinta-feira, 26 de junho de 2008 – 13:25h

Roberto Dinamite comemora a vitória
Crédito da foto: Rodrigo Castro/GLOBOESPORTE.COM
Grandes beneméritos

Por Paulo Vinicius Coelho – Lance!
A história do Vasco é feita por grandes vascaínos. É assim desde a fundação, ou desde que os comerciantes começaram o processo de doações para a construção de São Januário, em 1926. Os rivais argumentavam que o novo integrante da Primeira Divisão precisava ter um estádio. Os portugueses cuidariam do assunto.

Beneméritos vascaínos foram também os comerciantes de outros tempos. Faziam doações ao clube e, em troca, recebiam uma carteirinha com a descrição da benfeitoria. Sempre tiveram direito a voto, como terão na eleição que pode mudar a história do Vasco.

Os conselheiros natos vão decidir a eleição. Aí pode estar a maior benfeitoria. Dos 150 beneméritos com direito a voto, muitos não têm a história daqueles grandes vascaínos do passado. A oposição acusa Eurico Miranda de ter escalado como conselheiros gente cujas únicas benfeitorias foram realizadas em prol do presidente. Um desses é Ricardo Vasconcelos, assessor pessoal de Eurico Miranda, de quem foi opositor até o final dos anos 90.

Roberto Dinamite aposta ter conquistado votos de 50 beneméritos. Eurico Miranda garante ter controle sobre 98 dos 150 com direito a voto.

As duas contas são possíveis, mas não prováveis, porque não parece viável que 148 senhores – alguns na casa dos 90 anos – compareçam à eleição.

O candidato da situação, Amadeu Pinto da Rocha, é grande benemérito vascaíno. Tão grande que há quem aposte que a simples menção a seu nome cativará mais do que os 98 conselheiros natos, em que Eurico Miranda confia. O grupo de Amadeu Pinto da Rocha crê numa eleição apertada, vencida por um ou outro grupo, por margem não superior a quatro votos. José Henrique Coelho, líder da oposição, tem segurança de vantagem maior a favor de Roberto Dinamite.

–Venceremos por diferença entre 15 e 20 votos.

Ganhe um ou outro, Eurico Miranda deixa o futebol na sexta-feira. Sairá sem precisar explicar por que, por exemplo, aceitou 70 mil reais mensais de um contrato de patrocínio da Reebok, em vez dos 150 mil pagos pela Umbro, no contrato anterior. A antiga fornecedora de material esportivo foi à Justiça e pode tirar do Vasco 2 milhões de reais por rescindir unilateralmente um contrato em vigência.

Os opositores garantem que a saída de Eurico servirá também para colocar novos parceiros em São Januário. O presidente do grupo Monteiro Aranha, Olavo Egydio Monteiro de Carvalho, jura que no dia seguinte à saída de Eurico uma legião de benfeitores vascaínos entrará em São Januário, dispostos a ajudar na reconstrução do clube.

Esses trabalham para tornar certo o que hoje parece provável: Roberto Dinamite presidente. Roberto marcou 708 gols com a camisa do Vasco. Ninguém fez maior benfeitoria.

Protesto pacífico?! Precisamos é de mudanças…

Meio exagerado convocar a torcida para esse protesto em frente a sede da CBF…. o Vasco já foi garfado em muitas outras ocasiões, inclusive de forma bem mais clara e evidente, e nada foi feito! E a verdade é que nós torcedores, nem sabemos, aliás até agora ninguém sabe, se foi realmente um erro de arbitragem.

Ok! É louvável a atitude de mostrar a importância e o respeito que todos devem dar ao Clube de Regatas Vasco da Gama. Que não devem tratar o Vasco da forma que bem entenderem. Nisso, dou nota 10 ao Eurico. Concordo e sempre apoiei quem teve esse tipo de iniciativa! Afinal, é o clube que amamos! 

Porém esse protesto me parece mais uma bravata de quem está querendo, como nunca, mostrar à todos que defende o Vasco… e isso, coincidentemente, às vésperas da próxima eleição. Coincidentemente…

Sinceramente não sei ao certo quem vencerá a eleição, só sei que o ciclo do Eurico já se encerrou no Vasco. Independente do mandato e da presença dele no comando cruzmaltino ser boa ou ruim, acredito que precisamos, mais do que nunca, de MUDANÇAS. E a hora é exatamente essa! Se é que não já está passando… Como costumo dizer: REAGE VASCO!!!

 

Saudações vascaínas!

 

 

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