A Farsa do Campeonato Carioca e Arbitragem da FERJ


Com pênalti duvidoso aos 52 minutos, Caxias vence Resende no triangular Nota do site FutRio/SRZD

Fomos feitos de tolos! Palhaços, de novo! Todos nós, os que foram ao Estádio, os que viram pela TV ou ouviram pelo Rádio. Lembrei de Corinthians 0 x 0 Vasco, pela Copa do Brasil de 2009, em que fomos eliminados pelo Gaciba.

Este campeonato, que, hoje, mais parece Torneio de Verão face à fragilidade dos demais competidores, não merece nossa atenção. É jogo de cartas marcadas. Não percamos nosso tempo, nem nosso dinheiro!

Publicamos, hoje, uma parte da Coluna do Vascaíno Francisco Kronemberger, no site SuperVasco.com. Eis o link. Leitura recomendada. Diz tudo o que o Vascaíno está sentindo na pele:

http://www.supervasco.com/colunas/carta-historica-n-2-1747.html

Contudo, não depositemos no que aconteceu ontem a certeza de que o Vasco está pronto para o Brasileiro e que pode conquistar a Copa do Brasil. Há muito o que fazer, contratações, rescisões, reforços! O Vasco precisa se preparar para encarar com seriedade a Série A, se quiser almejar algo mais do que flutuar na Tabela, entre os lugares intermediários, ou até mesmo lutar para não cair de novo!

Eis a proposta de Carta à FERJ, do Colunista do Site SuperVasco:

Rio de Janeiro, 12 de Abril de 2010.
Ofício nr. xxx
Exmo. Sr. Dr. Rubens Lopes
Presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro – FERJ

Os constantes erros de arbitragem aliados à ausência de critérios nos julgamentos que envolvem o Clube de Regatas Vasco da Gama realizados pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro, configuram um total desrespeito não apenas com o clube, mas com os mais de 15 milhões de seus torcedores espalhados pelo Brasil. Tal situação coloca o Vasco da Gama em situação de inferioridade nos campeonatos organizados pela Federação que o Sr. dirige, ferindo o princípio básico da esportividade, que preconiza a igualdade de condições em qualquer disputa.

Infelizmente o estatuto da Fifa coloca os clubes à mercê das Federações, e romper com a FERJ representaria uma severa punição ao Vasco da Gama, podendo o clube até mesmo ser banido das competições nacionais e internacionais.

Sendo assim, não nos resta outra atitude senão abrir mão de disputar qualquer campeonato organizado pela FERJ com nossa equipe principal. A partir desta data o Club de Regatas Vasco da Gama se fará representar por jogadores de suas categorias de base, utilizando o período destinado ao Campeonato Estadual para preparar a equipe principal para disputas em âmbito nacional e internacional.

Acreditamos ser esta a melhor forma de protestar e mostrar a todo o mundo do futebol que não concordamos com o jogo político de interesses que assola essa Federação. A torcida do Vasco sempre esteve ao lado do clube e certamente compreenderá esta decisão.

Esperamos que o impacto negativo de ter o clube com a segunda maior torcida do estado e a quarta maior do país, relegando a este campeonato tendencioso e de cartas marcadas a mais baixa importância faça a FERJ rever seus conceitos, punir a quem de direito e reestabelecer a igualdade de critérios e de condições de disputa.

(nome do mandatário do CRVG)
Presidente

E o Colunista prossegue:

“O flamengo merece ganhar esse campeonato carioca porque esse campeonato carioca merece um campeão como o flamengo. Espero que eu queime minha língua, mas acredito que a história dos últimos anos vá se repetir. Estranhos erros (?) de arbitragem, botafoguenses chorando e urubus se vangloriando daquilo que mais gostam: viver de carniça, se alimentar do que não fizeram esforço para conquistar.

A malandragem brasileira me dá vergonha de ser brasileiro. Mas esse é o Brasil em que vivemos: o Brasil do Lula, do Sarney, do Fernando Henrique, do Collor, do Arruda, do Sérgio Cabral (que me dá vergonha quando diz que é vascaíno). O Brasil do flamengo.

Perfeito, Francisco!

*****************************************************************

Duque de Caxias 1 x 1 Resende. Segundo tempo de jogo. O árbitro sinaliza quatro minutos de acréscimo. Dois jogadores são expulsos de cada lado. O cronômetro marca 49 minutos e o jogo prossegue. 50 minutos, 51, 52, 53…

Aos 54 (!) minutos falta no meio de campo, bola cruzada na área do Resende e o juiz marca pênalti. Marcelo cobra, marca e o Duque de Caxias vence.

Técnico do Duque de Caxias: Álvaro Miranda.

E terminamos:

O Brasil não é um país sério.

Charles de Gaulle

Anúncios